segunda-feira, 18 de agosto de 2014

SANTA MISSA NA CONCLUSÃO DA VI JORNADA DA JUVENTUDE ASIÁTICA HOMILIA DO SANTO PADRE

Castello de Haemi
Domingo, 17 de Agosto de 2014




Queridos jovens amigos!

«A glória dos mártires resplandece sobre vós»: estas palavras, que fazem parte do tema da VI Jornada Asiática da Juventude, são de consolação para todos nós e dão-nos força. Jovens da Ásia, vós sois herdeiros dum grande testemunho, duma preciosa confissão de fé em Cristo. Ele é a luz do mundo, é a luz da nossa vida! Os mártires da Coreia, e tantos outros em toda a Ásia, entregaram seus corpos aos perseguidores; mas, a nós, entregaram um testemunho perene de que a luz da verdade de Cristo afugenta todas as trevas e o amor de Cristo triunfa glorioso. Com a certeza da sua vitória sobre a morte e da nossa participação nela, podemos enfrentar o desafio de ser seus discípulos hoje, nas nossas situações de vida e no nosso tempo.

As palavras, sobre as quais acabamos de reflectir, são uma consolação. A outra parte do tema desta Jornada – «Juventude da Ásia, levanta-te!» – fala-vos de um dever, de uma responsabilidade. Consideremos brevemente cada uma destas palavras. Antes de mais nada, a expressão «da Ásia». Reunistes-vos aqui, na Coreia, vindos de toda a parte da Ásia. Cada um de vós possui um lugar e um contexto próprios, onde sois chamados a espelhar o amor de Deus. O Continente Asiático, permeado de ricas tradições filosóficas e religiosas, continua a ser uma grande delimitação que espera o vosso testemunho de Cristo, «caminho, verdade e vida» (Jo 14, 6). Como jovens que não apenas vivem na Ásia, mas são filhos e filhas deste grande Continente, tendes o direito e o dever de tomar parte plena na vida das vossas sociedades. Não tenhais medo de levar a sabedoria da fé a todos os campos da vida social!

Além disso, como jovens asiáticos, vedes e amais, a partir de dentro tudo o que é belo, nobre e verdadeiro nas vossas culturas e tradições. Ao mesmo tempo, como cristãos, sabeis também que o Evangelho tem a força de purificar, elevar e aperfeiçoar este património. Através da presença do Espírito Santo, que vos foi dado no Baptismo e selado na Crisma, podeis, em união com os vossos pastores, apreciar os inúmeros valores positivos das diferentes culturas da Ásia. Além disso, sois capazes de discernir aquilo que é incompatível com a vossa fé católica, o que é contrário à vida da graça enxertada em vós com o Baptismo, e os aspectos da cultura contemporânea que são pecaminosos, corruptos e levam à morte.

Voltando ao tema desta Jornada, detenhamo-nos agora sobre a palavra: «Juventude». Vós e os vossos amigos estais cheios do optimismo, de energia e de boa vontade, característicos desta estação da vossa vida. Deixai que Cristo transforme o vosso natural optimismo em esperança cristã, a vossa energia em virtude moral, a vossa boa vontade em amor genuíno que sabe sacrificar-se! Este é o caminho que sois chamados a empreender. Este é o caminho para vencer tudo o que ameaça a esperança, a virtude e o amor na vossa vidas e na vossa cultura. Assim a vossa juventude será um presente para Jesus e para o mundo.

Como jovens cristãos – quer sejais trabalhadores ou estudantes, quer tenhais já iniciado uma profissão ou respondido à chamada para o matrimónio, a vida religiosa ou o sacerdócio –, não constituís parte apenas do futuro da Igreja: sois uma parte necessária e amada também do presente da Igreja! Vós sois o presente da Igreja! Permanecei unidos uns aos outros, aproximai-vos cada vez mais de Deus, e, juntamente com os vossos Bispos e sacerdotes, gastai estes anos na edificação duma Igreja mais santa, mais missionária e humilde – uma Igreja mais santa, mais missionária e humilde –, uma Igreja que ama e adora a Deus, procurando servir os pobres, os abandonados, os doentes e os marginalizados.

Muitas vezes, na vossa vida cristã, sereis tentados – como os discípulos no Evangelho de hoje – a afastar o estrangeiro, o necessitado, o pobre e quem tem o coração despedaçado. E no entanto são sobretudo pessoas como estas que repetem o grito da mulher do Evangelho: «Senhor, ajuda-me!» A invocação da mulher cananeia é o grito de toda a pessoa que está à procura de amor, aceitação e amizade com Cristo. É o gemido de tantas pessoas nas nossas cidades anónimas, a súplica de muitos dos vossos contemporâneos, e a oração de todos os mártires que ainda hoje sofrem perseguição e morte pelo nome de Jesus: «Senhor, ajuda-me!» Muitas vezes, é um grito que brota dos nossos próprios corações: «Senhor, ajuda-me!» Dêmos resposta a esta invocação, não como aqueles que afastam as pessoas que pedem, como se a atitude de servir os necessitados se contrapusesse a estar mais perto do Senhor. Não! Devemos ser como Cristo, que responde a cada pedido de ajuda com amor, misericórdia e compaixão.

Finalmente, a terceira parte do tema desta Jornada: «Levanta-te!» Esta expressão fala duma responsabilidade que o Senhor vos confia. É o dever de estarmos vigilantes, para não deixar que as pressões, as tentações e os pecados – os nossos ou os dos outros – entorpeçam a nossa sensibilidade à beleza da santidade, à alegria do Evangelho. O Salmo Responsorial de hoje convida-nos repetidamente a «estar alegres e cantar com alegria. Ninguém que esteja a dormir pode cantar, dançar, alegrar-se. Nada de bom espero, quando vejo juventude que dorme… Não! «Levanta-te!» Caminha! Caminha! Caminha para diante! Queridos jovens, «o Senhor nosso Deus nos abençoou» (Sal 67, 8); d’Ele, «alcançamos misericórdia» (cf. Rom 11, 30). Com a certeza do amor de Deus, ide pelo mundo, fazendo com que, «em consequência da misericórdia usada convosco» (Rom 11, 31), os vossos amigos, os colegas de trabalho, os concidadãos e todas as pessoas deste grande Continente «alcancem finalmente misericórdia» (cf. Rom 11, 31). É justamente por esta misericórdia que somos salvos.

Queridos jovens da Ásia, faço votos de que, unidos a Cristo e à Igreja, possais seguir por esta estrada que certamente vos encherá de alegria. E agora que estamos para nos aproximar da mesa da Eucaristia, dirijamo-nos a Maria nossa Mãe, que deu ao mundo Jesus: Sim, ó Maria nossa Mãe, desejamos receber Jesus! No vosso carinho maternal, ajudai-nos a levá-Lo aos outros, a servi-Lo fielmente e a honrá-Lo em todo tempo e lugar, neste país e na Ásia inteira. Ámen.

Juventude da Ásia, levanta-te!

domingo, 3 de agosto de 2014

Papa ao Angelus - Compaixão, partilha, Eucaristia: a mensagem deste Domingo

“Compaixão, partilha, Eucaristia: este é o caminho que Jesus nos indica neste Evangelho” – sublinhou o Papa Francisco, neste Domingo ao meio-dia, na Praça de São Pedro, comentando a liturgia deste dia, com o episódio da multiplicação dos pães, segundo São Mateus…

“Perante a multidão que o assedia e – por assim dizer – não o deixa em paz, Jesus não reage com irritação, mas sente compaixão… Ele sabe que as pessoas não o procuram por curiosidade, mas por necessidade… Jesus ensina-nos a colocar as necessidades dos pobres acima das nossas. As nossas exigências, embora legítimas, nunca serão tão urgentes como as dos pobres, que não têm o necessário para viver”.

No que diz respeito à partilha, “é útil confrontar a reacção dos discípulos perante aquelas pessoas cansadas e cheias de fome com a de Jesus”... 
“Duas reações diferentes, que reflectem duas lógicas opostas. Jesus raciocina segundo a lógica de Deus, que é a da partilha”.
Se tivesse mandado embora as pessoas, muitos teriam ficado sem comer… Assim, aqueles poucos pães e peixes, partilhados e abençoados por Deus, bastaram para toda a gente… Mas não se trata de magia! 
“Atenção: não é magia, é um sinal! Um sinal que convida a ter fé em Deus, Pai providente, que não nos deixa faltar o pão nosso de cada dia, se o soubermos partilhar como irmãos!” 

Finalmente, a terceira mensagem deste Evangelho, segundo o Papa Francisco, é que este prodígio dos pães preanuncia a Eucaristia, como se vê desde logo no gesto de Jesus, que “recitou a bênção” antes de partir o pão e o distribuir pela multidão. É o mesmo gesto que Jesus faz na Última Ceia, quando instituir o memorial perpétuo do seu Sacrifício redentor. Na Eucaristia Jesus… dá o pão da vida eterna, dá-se a Si mesmo, oferecendo-se ao Pai por nosso amor. 

Recapitulando, o Papa recordou de novo que “partilha – comunhão – Eucaristia” constitui o caminho que Jesus nos indica neste Evangelho: caminho que nos leva a enfrentar com fraternidade as necessidades deste mundo, mas nos conduz para além deste mundo… 

In: www.radiovaticana.org

Anúncio Jubilar

Antes do início da Palestra do dia 02 de Agosto, o Reverendo Pe Estêvão Agostinho Sousa Galinheiro, prefeito dos Estudos do Seminário, a pedido da Comissão jubilar, fez o anúncio jubilar que passamos a apresentar na íntegra:

"Ao celebrarmos os 25 anos da fundação do nosso Seminário, impõe-se-nos imperiosamente elevar o nosso Hino de Louvor a Deus por ter inspirado este grande projecto entre as prioridades da Igreja em Moçambique. O Seminário de Santo Agostinho, surge efectivamente como resposta e desafio e, acima de tudo, como o corolário de todo um processo histórico e tradicional de formar o clero local em condições condignas.

Ostentamos 25 palmas de história e de vida, tuteladas pelo Espírito Santo, que nos remetem para fazer uma retrospectiva corajosa  de indagações e de inspiração; de colectar  e de plantar, como herdeiros determinados a prosseguir,  hoje com os 138 seminaristas internos  e 78 externos, 53 da sala anexa perfazendo um total de 269 e, sem perder o filão do passado, ancoramos a nossa vida naquele que nos chama - Jesus Cristo, nosso Senhor.

Acendemos 25 velas, uma para cada ano, em homenagem e reverência merecida a todos os protagonistas e intervenientes na implantação, implementação e consecussão deste projecto de Deus.
São várias gerações que por aqui passaram, pelas mãos  que manusearam com destresa a forja formativa: de "Vicentes e Gerrys; de Palagis e Chimwemwes; de Mulutas e Muananouas"... Num intento de unir o passado e o presente, hoje podem contar-se os frutos... há Bispos, Padres, Irmãs que asseguram esta Grei com zelo, amor e abnegação, e de leigos comprometidos, escribas e pensadores clarividentes, que ajudam a construir a nossa nação. Todos estes se orgulham por aqui terem passado!

Volvidos 25 anos, graças e louvores sejam dados, memórias sejam celebradas, homenagens sejam rendidas, para  eternizar os feitos e preitos dos obreiros dos que tendo dado muito de si para a edificação desta obra, agora descansam na paz do Senhor e lá do Alto continuam a interceder para o florescimento de muitas e santas vocações.

Para nós que temos o privilégio e a honra de celebrar esta efeméride, recai a responsabilidade de criar e accionar todos os mecanismos para que este ano jubilar seja uma belíssima e verdadeira oportunidade de reflexão, de estudo, de publicação, interacção, de encontros e de animação vocacional e não só, seja acima de tudo, uma autêntica celebração e manifestação de fé e de alegre gratidão.

Sob olhar atento, do nosso Padroeiro, Santo Agostinho, caminhamos confiantes e seguros de que não estamos sós nesta grande obra formativa. Neste tempo de graça , contamos com a colaboração de todos, de perto ou de longe, aqueles que asseguram com a sua oração e com os seus dons o nosso dia a dia, vai o  nosso afecto de louvor e de grato reconhecimento jubilar.

Coordenação Jubilar

A gênese da criação do Seminário Filosófico Interdiocesano "Santo Agostinho" da Matola

No prosseguimento das actividades que marcam a passagem dos 25 anos da vida da nossa Instituição, teve lugar no auditorium local, no passado dia 02 de Agosto, uma palestra sob o tema:
A GÊNSESE DA CRIAÇÃO DO SEMINÁRIO FILOSÓFICO INTERDIOCESANO "SANTO AGOSTINHO".
Tal palestra, teve como oradores principais, S. Excelência Reverendíssima Dom João Carlos Hatoa Núnes, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Maputo e o Magnífico Reitor do Seminário Interdiocesano S. Pio X, o Reverendo Padre Inácio Lucas.

A palestra comportou de duas partes:
A primeira, que teve como sub-tema a "Gênese da criação do Seminário", desenvolvido por S. Excelência Dom João Carlos e a II parte com o sub-tema " A evolução e desenvolvimento do Seminário até aos nossos dias", abordado pelo Revrendo Pe Inácio Lucas.

Tendo como substrato básico os documentos do Magistério da Igreja e dos Bispos Católicos de Moçambique, Dom João Carlos apresentou a gênese da criação do nosso Seminário como um projecto eclesial, que tinha como objectivo fundamental promover, acolher e preparar o clero para a Igreja. Ainda na sua intervevnção, Dom João vincou o espírito de Comunhão e generosidade que está na origem da criação do então Instituto de Ciências Religiosas, hoje Seminário Filosófico Interdiocesano Santo Agostinho.

Por seu turno, o Magnífico Reitor do Seminário S. Pio X, deu continuidade a reflexão de S. Excelência, apresentado a história da passagem da direcção do Seminário dos Missionários Combonianos do Coração de Jesus aos Sacerdotes do Clero diocesano em Outubro de 2005. Padre Inácio, contou as experiências que viveu pessoalmente neste significado período histórico da vida da nossa Instituição, enquanto membro integrante da primeira equipa formadora dos Padres diocesanos que receberam o testemunho da formação dos Missionários Combonianos.

Finda a intervenção dos oradores, seguiu-se um breve momento de intervalo e posteriormente uma inter-acção com os estudantes.

Antes do fim da Palestra, o Reitor do Seminário, Pe Tonito Muananoua, usou da palavra para formular as palavras de gratidão aos oradores pela ocasião e pela "aula magna" sobre as origens e a história da nossa Instituição. Pe Tonito, frisou ainda que estas reflexões, devem provocar em nós uma curiosidade para conhecermos mais a História da nossa Instituição no contexto da História da Igreja em Moçambique, a fim de nos darmos conta da responsabilidade que pesa sobre nós hoje e de sermos fiéis transmissores desta história às gerações vindouras.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Acordo Frelimo/Renamo – o testemunho da Superiora das Irmãs Combonianas, Ir. Maria Laura Malnati

Em Moçambique, depois de longas negociações, foi alcançado um acordo entre o partido no governo Frelimo e o principal partido da oposição, Renamo, que há cerca de um ano e meio tinham voltado a confrontar-se nas regiões centrais do país, depois de terem combatido entre 1975 e 1992 uma longa guerra civil.
Segundo José Pacheco, chefe da delegação do Governo, o acordo alcançado prevê a integração do braço armado da Renamo nas Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) e na Polícia da República de Moçambique (PRM), bem como a sua reinserção social e económica. e isto deveria facilitar a realização pacífica das eleições gerais de 15 de Outubro próximo.

O nosso colega do programa italiano Davide Maggiore falou telefonicamente com a Irmã Maria Laura Malnati, Superiora das Missionárias Combonianas no país:
“Sabíamos que as duas partes continuavam a encontrar-se todos os dias para conseguir chegar a um acordo. Foi um pouco inesperado, no sentido que até a uma semana atrás continuávamos a ter ataques todos os dias e perguntávamos se verdadeiramente estavam a tentar um acordo ou se não seriam só palavras sem nenhum efeito. Estamos, por isso, contentes que as duas partes se tenham posto de acordo e que se possa, pelo menos, regressar nas zonas nas quais havia perigo de viagem, de vida e se possa voltar a uma situação mais ou menos estável.”

A Irmã Maria Laura referiu-se ainda aos nós que restam ainda para desatar e resolver:

“Penso que o nó maior é precisamente aquele da integração dos ex-militares da Renamo no Exército ou, pelo menos, em postos de trabalho, com subsídios que sejam mais ou menos equiparados àqueles que eram da Frelimo. E penso que seja também um pouco também a distribuição das riquezas.” (RS) RealAudioMP3  Fonte Rádio Vaticana

P. Adelino Ascenso - novo Superior Geral dos Missionários da Boa Nova

A Sociedade Missionária da Boa Nova elegeu como superior geral para o quadriénio 2014-2018 o padre Adelino Ascenso, missionário no Japão desde 1998, que acolheu a eleição com “surpresa” e “algum receio”. “Fui ordenado para servir a Igreja e se a Igreja pensa que a posso servir nesta função não tenho outra opção senão aceitar”, afirmou o novo superior geral em declarações à Agência ECCLESIA.

O padre Adelino Ascenso foi ordenado sacerdote em 1998, ano em que partiu para Osaka para iniciar a presença da Sociedade Missionária no Japão, tendo começado as atividades pastorais após dois anos de aprendizagem da língua.

Padre Adelino Ascenso afirma que a “formação” e o redimensionamento dos serviços a cargo dos “poucos” missionários da Sociedade são as prioridades para os próximos quatro anos. “Somos pouco e temos muitos serviços, tanto nas regiões missionárias como em Portugal. E isso terá de ser redimensionado, o que é muito sensível e temos levar por diante após refletir muito e falar com as pessoas”, afirmou o novo responsável pela SMBN.

A Sociedade Missionária da Boa Nova tem atualmente 106 membros e trabalham em Portugal, Moçambique (desde 1937), Angola (desde 1970), Brasil (desde 1970), Zâmbia (desde 1980) e Japão (desde 1998). A Sociedade Missionária da Boa Nova (inicialmente denominada Sociedade Portuguesa das Missões Católicas), foi fundada pelo Papa Pio XI, em 1930, respondendo ao apelo dos bispos portugueses. É uma Sociedade de Vida Apostólica exclusivamente missionária, que depende da Congregação para a Evangelização dos Povos, do Vaticano, mantendo cada missionário uma relação com a sua diocese de origem.

Na XII Assembleia Geral, que decorre até esta quinta-feira em Portugal, no Seminário de Valadares (arredores do Porto), foi eleita também a nova Direção Geral da SMBN para o próximo quadriénio, composta pelos padres Manuel Jerónimo Nunes, Aires Augusto Nascimento, Augusto Farias, Luís Miguel Pereira de Castro e o próprio superior geral, Adelino Ascenso.
De 2004 a 2008, o padre Adelino Ascenso estudou na Pontifícia Universidade Gregoriana, Roma, doutorando-se em teologia. Regressou depois a Osaka, em Fevereiro de 2009, onde lecionou na Universidade Católica e trabalhou na pastoral paroquial.

terça-feira, 1 de julho de 2014

JUNHO/JULHO

30 1º Dia de aulas
4 Reunião dos estudantes com Prefeito Estudos (10.30)
5 Retiro da equipa formadora
18-19 Retiro dos Seminaristas
25 Reunião dos Formadores das Casas Religiosas-15.00 h
26 Palestra da ACAFIL